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TRISTEZA, O QUE PODEMOS APRENDER COM ELA? – Por Silvana Baccin

Sou colaboradora do @soudoador há pouco tempo. Um projeto maravilhoso, conduzido por pessoas que foram agraciadas pela oportunidade de terem recebido seu transplante. O que nos permite viver com qualidade de vida e motivação constante para estarmos a serviço da conscientização pela doação de órgãos.

Infelizmente essa oportunidade não acontece para todos. Eventualmente enfrentamos momentos de muito pesar ao acompanhar pessoas, que estavam na fila de doação, não conseguirem vencer sua luta pela vida. Nessas ocasiões, mesmo tomados de muita tristeza, somos nutridos por compaixão e empatia, o que nos incentiva a continuar nessa mobilização pela doação e pela vida.

Poucos devem gostar de sentir tristeza, mas essa emoção classificada como básica é uma reação biológica automática. As funções da tristeza são diminuir nosso nível funcional, centrar a atenção para dentro de nós mesmos, promover o apoio social e a empatia dos demais, facilitar a introspecção e a análise construtiva do fato que gerou o sofrimento, e viabilizar novas estratégias de enfrentamento.

Segundo Ruben Alves, tristeza é pra ser ensinada, pra fazer melhor o coração. Pois é dela que nasce a compaixão. Para haver compaixão é preciso saber estar triste. Porque compaixão é sentir a tristeza de um outro.

Assim, desejo que a tristeza de todos nós fortaleça a compaixão por aqueles que sofrem em fila de espera. Sentir legitimamente a tristeza de outro ser é um motivo digno para nos declararmos doadores de órgãos.

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