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OS DIREITOS DO DOADOR DE SANGUE – Por Michelle Swenson

Olá, me chamo Michelle e sou doadora de sangue. Muitas pessoas deixam de doar sangue porque trabalham e não dispõem de tempo para isso. Mas em 1967 foi consolidada na legislação trabalhista brasileira a importância da doação voluntária de sangue, concedendo, inclusive, o direito à falta abonada (não comparecimento ao serviço sem prejuízo do salário – art. 473, inciso IV, da CLT).

No entanto, mesmo assim, nossos hospitais, públicos e privados, sempre estiveram com os estoques de sangue baixos. Isso porque poucas são as pessoas que conhecem esse direito; e menor ainda é o número das que sabem que essa foi a forma encontrada pelo Governo para incentivar a doação de sangue, tamanha a sua importância.

Mais de 50 anos depois, estamos prestes a aprovar a Lei Tatiane (PL 2839/19). A norma institui o programa de ensino e conscientização sobre doação e transplante de órgãos e tecidos no currículo escolar e acadêmico do Brasil.

Conhecimento e informação: as ferramentas necessárias para mudarmos esse e muitos outros cenários brasileiros. Assim, se você não sabe nada sobre a doação de órgãos, comece a se informar. Muito em breve seus filhos ou netos irão querer saber mais sobre isso e conversarão com você!

Se você não tinha tempo ou tinha algum outro receio de ir doar sangue, agora você sabe que pode fazê-lo sem nenhum prejuízo a você ou ao seu trabalho. Doar sangue salva vidas e é extremamente gratificante.

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