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FISTULA: O FILTRO À VIDA DO RENAL CRÔNICO – Por Luciane Lima.

Ainda ontem, um menino curioso me perguntou: Tia, porque você tem esta marca no braço que parece uma minhoca?

Sorri, e respondi que na verdade era uma centopeia… Minhas cicatrizes profundas, permitiram a realização de sessões de hemodiálise por 7 meses e meio, na Santa Casa de Itapeva, onde eu era assistida pelo Nefrologista, Dr. Marcelo Rabelo de Carvalho Poli, e por consequência, me permitiu estar apta à realizar a cirurgia de transplante renal.

A maioria dos pacientes renais utilizam o método da fístula arteriovenosa (FAV), que pode ser feita com as próprias veias do indivíduo ou com materiais sintéticos. É preparada por uma pequena cirurgia no braço ou perna. É realizada uma ligação entre uma pequena artéria e uma pequena veia, com a intenção de tornar a veia mais grossa e resistente, para que as punções com as agulhas de hemodiálise possam ocorrer sem complicações.

Diante disso, ao observar o meu braço, e todas as cicatrizes que a vida me deixou, sou grata, pois por elas tive a oportunidade de chegar até aqui.

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