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NÃO QUERO FALAR SOBRE ISSO! – Por Luma Eccel

Você sabe por que a negativa para doação de órgãos e tecidos ainda continua alta? A grande verdade é que metade das pessoas não sabe muita coisa sobre o assunto, e a outra metade não sabe absolutamente nada.

Essa estatística não está em nenhum lugar, é apenas uma convicção que perambula pela minha cabeça, já que não é difícil perceber que a falta de informação é um fator gigantesco para que muitas coisas no mundo não prosperem, inclusive quando se trata de salvar vidas.

As pessoas não querem falar de doença, a não ser que estejam com ela.
E assim mais de 50 mil pessoas que aguardam na fila por um transplante seguem sendo ignoradas…

Será que para pensarmos uns nos outros precisamos passar por algo parecido ou ter algum familiar ou amigo próximo sofrendo?

O que talvez você não imagina é que existem diversas vias em que o tema da doação de órgãos e tecidos pode ser abordado.

E se eu te propor a falar de VIDA? Doar é isso: fechar o ciclo da vida doando vida!

E se eu te propor a falar de EMPATIA? Ao se colocar no lugar do outro que precisa de um órgão para seguir vivendo, você aceitaria uma doação? Pronto, talvez você já tenha encontrado a resposta se deseja ou não ser um doador.
E se eu disser para falarmos de pessoas que nos INSPIRAM? Aqui, no Sou Doador, temos diversas histórias de superação e conquistas que nos enchem de entusiasmo e coragem para enfrentar qualquer desafio que venha a aparecer pela frente.

E se falássemos de EDUCAÇÃO? O tema da doação de órgãos e tecidos pode e deve ser levado às escolas, relacionando-se com qualquer matéria do currículo. E o projeto da “Lei Tatiane” de autoria do Sou Doador é prova disso!

Que tal então se falássemos de CONHECIMENTO? A doação de órgãos e tecidos envolve um mundo de conteúdos incríveis, tanto da medicina quanto jurídico, psicossocial, entre outros temas interessantes que se renovam a cada dia. Independentemente de qual seja a tua área, tenho certeza que um pouco de leitura do assunto renderá bons bate-papos na mesa do bar!

E é assim que devemos nos propor a falar de doação, de uma forma descontraída, leve e feliz!

Aceita o desafio? Informação salva vidas!

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